O Princípio de Funcionamento do Cromatógrafo em Aplicações de Gás Natural e Biometano
O Princípio de Funcionamento do Cromatógrafo em Aplicações de Gás Natural e Biometano: Equipamentos ABB em Destaque
A cromatografia gasosa (CG) é uma técnica analítica
essencial na indústria de energia, especialmente para analisar a composição de
gases como o gás natural e o biometano. Esses equipamentos permitem separar e
quantificar componentes voláteis, garantindo qualidade, segurança e eficiência
em processos industriais. Neste post, exploramos o princípio de funcionamento
da CG, suas aplicações e destacamos soluções da ABB, como o PGC1000, com
alternativas como o ACF5000 e outros da linha.
Princípio de Funcionamento da Cromatografia Gasosa
A CG baseia-se na separação de misturas voláteis por meio de
duas fases: a fase móvel (um gás inerte, como hélio ou nitrogênio) e a fase
estacionária (um líquido ou polímero revestindo uma coluna). A amostra é
injetada, vaporizada e transportada pela fase móvel através da coluna. Os
componentes interagem de forma diferente com a fase estacionária – os mais
voláteis ou com menor afinidade saem mais rápido, enquanto os outros são
retidos por mais tempo. Ao final, um detector gera um cromatograma, gráfico que
identifica e quantifica cada substância.
Diagrama ilustrando o fluxo da amostra na coluna liquida, com
separação dos componentes.
Em aplicações de gás natural e biometano, a CG mede
hidrocarbonetos (C1 a C9+), inertes, H2S e impurezas, calculando valores como
poder calorífico (BTU), índice de Wobbe e ponto de orvalho de hidrocarbonetos.
Isso é crucial para controle de qualidade, injeção em redes e conformidade
regulatória.
Soluções ABB: Foco no PGC1000
A ABB oferece equipamentos robustos para análise de gases. O PGC1000 é um
cromatógrafo a gás montado em campo, compacto (apenas 16 polegadas de
profundidade, 12,7 kg) e de baixo custo operacional. Ele mede C1 a C9+, inertes
e H2S em fluxos de hidrocarbonetos, incluindo gás natural, biogás e sintéticos.
Não requer ar instrumental, consome pouca energia (7W nominal) e opera em
ambientes hostis (-18°C a 55°C). Ideal para monitoramento de combustível e
custódia de transferência, com cálculos integrados de BTU e gravidade
específica.
O PGC1000: Design compacto para instalação em campo.
Alternativas: ACF5000 e Outros da Linha ABB
Para aplicações mais amplas, como monitoramento de emissões
em upgrades de biometano, o ACF5000 usa tecnologia FTIR (espectrometria
infravermelha) para medir até 15 componentes simultaneamente, incluindo CO2,
CO, NH3 e poluentes solúveis em água. É extrativo quente/úmido, aquecido a
180°C para evitar condensação, e é útil em análise de gases de exaustão ou
impurezas em biometano.
Outras opções incluem:
- PGC5000:
Flexível para análise de gases e líquidos, com composição completa de gás
natural e biometano.
- NGC8200:
Alta precisão para composição de gás natural, BTU e custódia de
transferência, resistente a condições extremas.
O NGC8200: Robusto para análise on-line de gás natural.
Esses equipamentos da ABB otimizam processos, reduzindo
custos e garantindo conformidade em gás natural e biometano.
Citações:
- O que é Cromatografia Gasosa (CG)? - Portal Energia e
Biogás
- Cromatografia de Gases: Entenda o Processo e Suas
Aplicações na Análise Química
- Gas
analyzers for LNG processing, biogas and biomethane upgrades - ABB
- PGC1000 Process gas chromatograph - ABB
- Multi-component
FTIR emission monitoring system ACF5000 - ABB
- Natural Gas Chromatographs - ABB
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